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Estudo da performance competitiva e de inovação empresarial

O principal objetivo deste Estudo é caracterizar o tecido empresarial português, em particular a indústria transformadora, assim como identificar as diferenças existentes face ao contexto internacional e apresentar oportunidades de melhoria.

Estudo da performance competitiva e de inovação empresarial

Vantagens e Objetivos

01

Caracterização do tecido empresarial

Disponibiliza uma análise da conjuntura atual do tecido empresarial português, com foco na indústria transformadora e nos serviços.

02

Boas-práticas internacionais

Apresenta casos internacionais bem-sucedidos de política pública de suporte à competitividade empresarial.

03

Inovação

Analisa a performance competitiva e de inovação das empresas portuguesas face ao contexto internacional.

As empresas portuguesas apresentam dificuldade em criar valor económico resultante da I&Di.

Os setores secundário e terciário têm um peso apreciável na estrutura económica das sociedades desenvolvidas.

De acordo com o Banco Mundial, em 2020, a indústria e os serviços em Portugal foram responsáveis por 78% do PIB e empregavam a maior fatia de trabalhadores. Nos países com melhor desempenho, a indústria e serviços representam 83% do PIB.

Hoje em dia a importância atribuída à indústria decorre, em grande medida, da pressão da globalização e da concorrência asiática junto do tecido empresarial das economias ocidentais.

Desde a entrada da China na Organização Mundial de Comércio (OMC) em 2001, e com o alargamento da União Europeia a mais Estados-membros durante este novo milénio, a indústria portuguesa confrontou-se com grandes desafios, por forma a reinventar-se e a assegurar a sua sobrevivência.

Assistimos a uma maior aposta na inovação, no design e no marketing, em setores tradicionais como o têxtil e o calçado. O setor agroalimentar criou novas marcas e produtos de qualidade, apostando também na venda de produtos diretamente ao consumidor. As indústrias de química fina, farmacêutica e biotecnologia encetaram um processo de colaboração intenso com as instituições de ensino superior. Todos estes fatores levaram ao desenvolvimento do emprego qualificado em algumas indústrias, com maior aposta nos perfis de Investigação e desenvolvimento (I&D), o que permitiu manter algumas das nossas indústrias competitivas, mesmo com a crescente concorrência internacional.

O Estudo da performance competitiva e de inovação das empresas portuguesas face ao contexto internacional evidencia a necessidade de as empresas robustecerem a sua performance competitiva, com base na inovação. Para isso, o Estudo analisa a performance das empresas portuguesas face ao contexto internacional, tendo como base a intensidade tecnológica e o perfil de inovação.

O Estudo permitiu, também, caracterizar o tecido empresarial português, em particular a indústria transformadora, assim como identificar as diferenças existentes face ao contexto internacional e apresentar oportunidades de melhoria.

Para a melhor elaboração do Estudo, foram realizadas as seguintes ações:

 

  • Análise de literatura referente à competitividade empresarial e recolha de informação de fontes de referência;
  • Resumo da informação de modo a criar uma imagem compreensiva da performance empresarial portuguesa, analisada desde a escala internacional à regional;
  • Análise do posicionamento da indústria nacional face a países europeus considerados como referência;
  • Identificação e apresentação das estratégias industriais dos países identificados.


O trabalho desenvolvido permitiu identificar os constrangimentos com que se depara o tecido empresarial português, e apresentar recomendações que, acima de tudo, devem ser encaradas como oportunidades de melhoria:

 

  • Portugal estagna perante o crescimento europeu, o tecido empresarial fragmentado e os baixos níveis de qualificação do capital humano são exemplos de entraves para o desenvolvimento económico;
  • Portugal apresenta um desfasamento relativo à performance e competitividade do setor industrial e às estratégias a serem implementadas para o futuro crescimento do país;
  • As empresas portuguesas são pouco competitivas com dificuldade em gerar valor económico da I&Di.

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